
Durante anos, a Pegada Digital de uma marca foi definida pela sua presença nos motores de busca tradicionais, nas redes sociais, nos marketplaces e nos meios digitais. No entanto, a irrupção da inteligência artificial transformou este cenário: já não basta aparecer no Google ou nas redes, é agora fundamental estar presente no universo da IA e dos assistentes inteligentes, bem como a sua evolução para Omni-Search (Omnisearch).

De SEO a GEO e de GEO a OSO
Na Azurally, há 3 anos que estudamos a evolução natural do SEO para o GEO, mas começamos 2025, trabalhando na evolução natural do GEO para o OSO (Omnisearch Optimisation), reflectindo como as estratégias digitais se adaptam ao novo comportamento de pesquisa e descoberta dos utilizadores. Isto dá origem ao Generative Digital Footprint (GDH), entendido como o rasto deixado por uma marca nos motores de busca generativos e nos modelos de IA.

Exemplo de como uma estratégia de OSO se articula estrategicamente de acordo com a nossa experiência
A grande mudança de paradigma de que se fala hoje em dia e que vai condicionar as estratégias digitais chama-se OSO (Omnisearch Optimisation). Já não estamos a falar de otimizar isoladamente para motores de busca, social media ou paid, mas sim de uma estratégia GEO + AIO, capaz de ter impacto em qualquer canal e em qualquer formato.
Alavancas de perseguição
- Projectos GEO: SEO generativo, PR GEO, SM GEO, sites pagos ou agênticos.
- Formatos GEO: conteúdos de texto, imagem, áudio e vídeo, adaptados ao input da escolha do utilizador.
- GEO media: é aqui que entra todo o ecossistema de pesquisa. Desde os motores de busca tradicionais (Google, Bing, Yahoo) até às redes sociais e às plataformas UGC, como o TikTok, o Instagram ou o YouTube. E também os mercados.
- Motores de pesquisa de IA (ChatGPT, Perplexity, Copilot, Gemini)
- Pesquisa visual (Google Lens, Amazon Lens)
- Assistentes de agentes em todas as suas variantes: telemóveis (Siri, Assistant), navegadores (Copilot Edge, Arc AI, Comet, Atlas, etc.), altifalantes inteligentes (Alexa, Google Home) ou sítios Web baseados em IA.
Tudo isto está integrado numa única abordagem Omnibrowser, em que o utilizador pode começar a sua viagem no Google, continuar num visual Lens e terminar com a validação num assistente de IA.
Novos conceitos a liderar o caminho
Neste ecossistema, três conceitos consolidam a estratégia:
- AIO (AI Optimisation): otimização para qualquer tipo de IA, garantindo a presença em modelos generativos, motores de busca e agentes de conversação.
- OSO (Omnisearch Optimisation): otimização universal para pesquisa multimodal, reunindo SEO, IA, social, marketplaces e muito mais no mesmo mapa estratégico.
- HDG (Generative Digital Footprint): o resultado tangível: o traço que uma marca projecta nos motores de busca e nos modelos de IA, e que define a sua visibilidade na era da inteligência artificial.
Em suma, a transição de SEO para GEO, e de GEO para OSO, marca a passagem para um cenário em que a Pegada Digital Generativa se torna o verdadeiro ativo reputacional e competitivo das marcas.
Na Azurally, já estamos a trabalhar sob este novo paradigma Omnibasearch, integrando estratégias GEO + AIO que optimizam a presença das marcas em todo o ecossistema de pesquisa: dos motores tradicionais aos ambientes generativos e assistentes de IA. A nossa abordagem combina tecnologia, dados e conteúdos para garantir que cada interação com uma marca – independentemente do formato ou do canal – reforça a sua visibilidade, relevância e consistência na era da IA.
Lista de Publicações
- De SEO a GEO e OSO: Otimização Omnisearch
- Web Agentica: Como a IA Torna as Nossas Vidas Mais Fáceis
- PR Geo-Friendly: Da Visibilidade ao Prestígio
- Etiquetas de Conteúdo Sintético nas Redes: Guia Completo
- Top Quality Store no Google
- Sentimento e Motores de Pesquisa de IA: O Novo Barómetro da Reputação
- Como o Google Vai Mudar no Futuro Próximo
- Site GEO-Friendly: O Caso da Azurally
- Comportamento no Google no Setor Farmacêutico
- Google Short Videos: Novos Horizontes e Estratégias de IA