Mães e Redes Sociais: Oportunidade para Empresas

É verdade, as mães estão mais digitais do que nunca. Mas vamos aos factos. Um estudo recente realizado pela Edison Research em 2017 revelou que 9 em cada 10 mães utilizam as redes sociais, sendo o Facebook (84%) e o Instagram (37%) os seus canais preferidos. Além disso, 67% fazem-no várias vezes por dia e através do telemóvel. Isto é definitivamente uma boa notícia se geres um negócio… desde que saibas como te dirigires ao teu público-alvo através delas!

Embora as mães possam ser fiéis ao Facebook, não se trata de uma relação exclusiva: sim, o Instagram também conquistou as mães digitais, transformando os seus canais em “diários de maternidade” do século XXI.

Através destas redes sociais, as “mamãs” anunciam o nascimento dos seus bebés, mostram ecografias anteriores e o tamanho dos seus úteros, revelam o sexo da criança, imortalizam os seus primeiros passos, o seu primeiro dia na escola… Por outras palavras, todas as experiências relacionadas com ser mãe.

Mas quais são as suas verdadeiras motivações? Fazer com que a família e os amigos façam parte da história, criar álbuns de fotografias ou vídeos facilmente ou sentir-se bem ao mostrar o novo bebé, são algumas das razões que a empresa de vestuário infantil Mac & Mia descobriu junto delas.

 

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Uma publicação partilhada por Mac & Mia (@macandmia) em 16 de julho de 2018 às 3:00 PDT

Instagram para testar as mães e o comércio eletrónico

Como já dissemos, as mães são um grupo muito ativo no Instagram. Mas não estão lá apenas para partilhar momentos da sua vida pessoal: de acordo com a própria rede social Instagram, as mães gostam de seguir conteúdos relacionados com os seus interesses. Por exemplo, são 5 vezes mais propensas a seguir contas ligadas a produtos de cosmética e 3 vezes mais propensas a seguir marcas de moda. A melhor parte é que é muito fácil fazê-lo através de hashtags!

E sim, mais de metade dos influenciadores seguem contas de empresas e interagem com elas – desde descobrir mais sobre um produto em questão até finalizar a compra.As mães estão a utilizar o Instagram durante todo o processo de compra. Também é importante notar que o envolvimento com as marcas no Instagram é 10 vezes maior do que no Facebook e, como é uma aplicação que nasceu para o telemóvel, está em vantagem, porque o seu conteúdo é compatível com o telemóvel e as mães estão a utilizar cada vez mais os seus smartphones.

Os anúncios no Instagram também são importantes. Nos Estados Unidos, por exemplo, os anúncios de lojas convertem 2,8 vezes mais entre as mães e 2,1 vezes mais no caso de anúncios relacionados com retalho, vestuário e acessórios. Ou seja, tudo isto prova que o Instagram pode ser um canal de vendas muito útil se conseguires chegar a este público (mães digitais), uma vez que está sempre disponível para seguir conteúdos relevantes.

 

Mummy bloggers: um fenómeno português

Sabias que 45% dos utilizadores publicam mais conteúdos após o nascimento de um filho? Além disso, há quem conte o seu dia a dia através de um blogue, para além de o partilhar nas suas redes sociais. Na Azurally Portugal conhecemos muitos exemplos de mamãs bloggers e influencers. Deixa-nos dar uma vista de olhos a alguns dos nossos favoritos portugueses.

É o caso do blogue A Mãe É que Sabe , que nasceu em 2014 e conta atualmente com 78 mil seguidores no Facebook e 34 mil no Instagram. As autoras são mães, millennials, 100% digitais e escrevem sobre o que lhes toca mais diretamente no coração: educação, família, alimentação, guarda-roupa, como pôr o sono em dia, sugestões de actividades.

É aqui que as marcas têm de perceber que, ao associarem-se a um blogue como este, têm a ganhar. Como? Por exemplo, os autores deste blogue sugeriram um presente para os mais pequenos no Natal passado e o produto esgotou. Isto aconteceu porque as mães que leram as suas opiniões e críticas confiaram neles!

Outro bom exemplo de blogue a que te deves associar é o Blog da Carlota: no Instagram de Fernanda Vélez, que tem 89.000 seguidores, não faltam fotografias atraentes com produtos que vão desde sapatos e brinquedos a vestidos de menina, com links diretos para as páginas das marcas… E provavelmente vão esgotar!

 

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Uma publicação partilhada por Fernanda Velez (@fernandavelez_) em 12 de novembro de 2018 às 4:51 PST

 

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Uma publicação partilhada por Fernanda Velez (@fernandavelez_) em 7 de novembro de 2018 às 12:43 PST

Ana Garcia Martins, autora do blogue A Pipoca Mais Doce, tem sido pioneira neste movimento em Portugal: começou em 2004 e hoje vive exclusivamente dele. Além disso, o seu blogue foi distinguido como Melhor Blog de Lifestyle em 2017. Mãe pela segunda vez, tem mais de 250 mil seguidores no Facebook e 230 mil no Instagram e o segredo do seu sucesso é que é tão influente que as marcas querem fazer parcerias com ela porque vão ter mais visibilidade e vendas.

 

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Um post compartilhado por A Pipoca Mais Doce (@apipocamaisdoce) em 13 de novembro de 2018 às 2:08 PST

 

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Um post compartilhado por A Pipoca Mais Doce (@apipocamaisdoce) em 27 de junho de 2018 às 7:52 PDT

E estes são apenas alguns exemplos. Em suma, quando as marcas perceberem que há milhares de mães que passam horas e horas online à procura de conselhos, e não em livros, e quando confiarem nas opiniões das mães millennials, compreendendo o poder da relação “mãe para mãe”, poderão beneficiar delas para vender os seus serviços e/ou produtos.

Além disso, na nossa agênciaestamos habituados a trabalhar com influencers mamãs einfluencers de outros territórios (também homens), em todas as nossas localizações, desde a sede em Portugal como nas restantes, às quais damos apoio também em campanhas internacionais, reunindo a experiência necessária para estabelecer o contacto entre uma marca/empresa/negócio e os influencers certos para trabalhar com eles.

Já verificaste a tua página do Linkedin? Vê aqui porque é que é importante

Linkedin, a rede social que mostra o nosso perfil profissional, é uma ferramenta poderosa para nos ligarmos à comunidade global da nossa profissão e a potenciais clientes. Os seus utilizadores continuam a crescer e, em 2023, atingiram 746 milhões, um número que deverá ultrapassar os 800 dentro de alguns anos.

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